14 março, 2009

Site de Livros


















Amigos queridos





Acabei de conhecer um site bem bacana, que agrupa pessoas que gostam de ler e indicam seus livros e passo pra vocês!



É o www.skoob.com. br



Bjão e bom fim de semana , Ana Celina

13 março, 2009

A História das Coisas

http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&pr=goog-sl


Amigos , cliquem neste link e reflitam sobre a urgência da conscientização de uma tomada de posição de cada um de nós, sobre a destruição contínua de nosso planeta.
O consumo desordenado e o descaso com a preservação ambiental, certamente condenarão as futuras gerações à consequências desastrosas.
Cada um de nós é responsável pelo caos ambiental que se avizinha.
Um abraço, Ana Celina

26 fevereiro, 2009

Treinamento docente gera desenvolvimento discente

Colegas!

Sempre atenta à tudo o que possa contribuir para o sucesso escolar de alunos e professores,trago hoje um artigo que considerei de valiosa importância, neste recomeço de atividades e planejamento de várias metas a serem atingidas ao longo do período letivo e de toda nossa vida profissional.A palavra fica com o especialista Wagner Campos, que em muito irá nos esclarecer.Aproveitem !!Um abraço , Ana Celina .

O ensino a distância é uma ferramenta eficaz e prática. Ainda está começando no Brasil, e precisa ser divulgada amplamente.Durante um curso de especialização em ensino a professora contou um fato que, apesar de ter me deixado na dúvida se era uma brincadeira ou algo real, achei muito interessante.Aconteceu o seguinte: um aluno, após todas as explanações da professora, comentou que não havia compreendido o que ela acabara de explicar. Logo após este comentário, a professora repetiu tudo, da mesma forma que anteriormente, com os mesmos exemplos, gestos e metodologia. Novamente, o aluno afirmou que não havia entendido. E a professora repetiu tudo, da mesma maneira, mas em tom ainda mais alto. Em seguida, o aluno olhou para a professora e disse: "Professora, eu falei que não compreendi o assunto, não que eu era surdo".Pode soar como uma ofensa para alguns, mas, na verdade, o que este comentário queria dizer é que cada aluno tem uma necessidade diferente. Possuem valores pessoais diferentes, experiências de vida, educação familiar e realidades diferentes. A necessidade daquele aluno não era que fosse repetido tudo o que já havia sido dito, mas sim que fosse explicado de uma outra forma, a qual ele pudesse compreender.Ensinar não se resume a simplesmente passar o conteúdo aos alunos e, sim, a saber compreender as necessidades, dificuldades e expectativas de cada um. Deve-se saber ouvir e ler o comportamento para, assim, poder contribuir mais positivamente para o desenvolvimento destes discentes.Como em uma empresa, existem profissionais com habilidades e competências específicas e que se destacam uns dos outros. O mesmo ocorre com os professores. Muitos têm habilidades para ensinar, contudo, precisam de mais competência para envolver os alunos. Por outro lado, há aqueles que possuem uma competência incomparável sobre o tema ou disciplina, porém faltam habilidades didáticas e metodológicas suficientes para transmitir o conhecimento e realizar um perfeito processo de ensino e aprendizagem entre aluno e professor.Qualquer uma destas situações é totalmente reversível. É utopia o docente acreditar que não precisa estudar e atualizar suas metodologias. Precisa, sim, realizar auto-avaliações constantemente para buscar pontos de necessidades de melhorias.Todos devem passar por reciclagens constantes através de cursos e treinamentos de capacitação pedagógica, com foco em metodologias, ética, desenvolvimento de materiais, dinâmicas, identificação do perfil dos alunos, entre outros. Com a evolução tecnológica existente, a população passou a ter acesso às informações de forma muito fácil e rápida, porém, muitas vezes, essas informações são retiradas exclusivamente de sites na internet, sem qualquer validação, comprometendo assim a qualidade da informação e conhecimento adquirido.Atualmente, as pessoas começam a trabalhar cada vez mais jovens e durante mais horas por dia. Há casos de não existir ensino superior próximo da cidade em que residem. Muitos não têm condições financeiras para se manter ou serem mantidos por seus familiares fora de suas casas.Lutar contra os recursos tecnológicos, como ensino a distância, por exemplo, é lutar contra sua própria atualização e desenvolvimento profissional. Comprovou-se no último resultado do Enade que as melhores notas obtidas foram provenientes de alunos do ensino a distância. É uma tendência real.O ensino a distância veio para ficar e ampliar a oportunidade de aprendizado a toda população, sem limites de raça, religião, idade e região. Da mesma forma, o professor precisa conhecer os tipos de informações disponíveis para, assim, orientar os alunos, bem como estar atualizado em relação aos meios tecnológicos existentes, contribuindo, orientando e acompanhando todo o aprendizado.Por mais que os professores apontem os alunos com rendimento inferior aos demais de sua classe, ou então com um comportamento indesejado, estes não devem ser rejeitados ou simplesmente penalizados, mas sim ouvidos e compreendidos. Tudo tem uma razão para acontecer dessa forma.Como muitos professores não são preparados para este tipo de situação, quando se deparam com estes casos, muitos tomam atitudes errôneas, perdem o controle, desistem de lecionar, enquanto outros até mesmo adoecem. Poucos aceitam o desafio e conseguem potencializar o desenvolvimento do aluno, transformando aquele pequeno pedaço de carvão em uma pedra preciosa.Assim, cabe à União, Estados e Municípios apresentar e desenvolver cursos de capacitação aos docentes para nível médio, fundamental, especial e superior, porém, não apenas um curso para falar que foi oferecido, mas sim com qualidade e conteúdos adequados para o desenvolvimento e reciclagem de professores. Mas a responsabilidade é também dos docentes, que deverão ter interesse e se envolver para este aprendizado e desenvolvimento profissional, pois de nada adianta esforço dos órgãos e entidades competentes sem interesse e dedicação dos profissionais docentes.Ser professor é mais do que ter uma atividade profissional. É preciso amar o que se faz. É preciso ter desejo de aprendizado constante e saber compreender que antes de ensinar, precisamos aprender. Aprender a ouvir, a respeitar as diferenças e a desenvolver o processo de aprendizagem criando o interesse no aluno. Sua aula deve ser a mais importante na vida do aluno. Deve ser aquela pela qual realmente valha a pena andar quilômetros para assistir, muitas vezes estar sem alimentação, sem banho tomado ou sem disposição física devido a um dia cansativo de trabalho. Sua aula deve ser a maior realização educacional e evolutiva na vida pessoal e profissional para seu aluno.

Wagner Campos é Consultor em Gestão Empresarial e Palestrante. Diretor da True Consultoria.Administrador de empresas, Especialista em Marketing e Formação de Professores para o Ensino Superior; Coordenador e Professor dos cursos de Marketing, Comércio Exterior, Logística Empresarial e Recursos Humanos. Visite: www.trueconsultoria.com.br.

Há espaço pra professor no hospital

Olá amigos!!

Agora que o ano realmente começa, seguindo uma tradição essencialmente brasileira, vamos tratar de um assunto muito importante: a escolarização de alunos sob internação hospitalar. Tal recurso, ainda muito pouco utilizado em nosso país, deve ser conhecido e estudado profundamente, por todos nós que dedicamos nossas vidas à causa da Educação.
Para esclarecer bem mais e melhor o assunto, trago um artigo publicado na Revista Profissão Mestre, que certamente aclara sobremaneira a questão e nos informa ainda mais, sobre a cada vez maior importância do trabalho dos educadores.
Classe hospitalar – Há espaço para o professor no hospital
Ao abrir a porta da enfermaria, já foi possível avistar Juliana, 9 anos, paciente da Ortopedia do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Internada para um sério tratamento no quadril e nas pernas, a garota pouco se importava com os tensores amarrados aos membros, que a impediam de fazer qualquer movimento fora da cama. Toda sua atenção estava voltada para a tela do notebook colocado em seu colo, no qual, pouco a pouco, ela construía o resultado da pesquisa que realizou sobre o funcionamento do aparelho respiratório.Com o acompanhamento da professora Sandra Carvalho, a menina montava uma apresentação da pesquisa, que teve início a partir da sua própria curiosidade sobre o ato de respirar. “Eu achava que eram duas veias que saíam do nariz e iam direto para o coração, e quando o coração batia mandava o ar para fora de novo”, conta. A partir da primeira hipótese da respiração feita pela menina, os professores do hospital a estimularam a pesquisar sobre o assunto, até descobrir a teoria correta. “Partindo da vontade dela de saber como funciona a respiração, nós levamos outros conhecimentos e ela estudou ciências, leu bastante, escreveu, e agora ela vai fazer uma apresentação em Powerpoint para mostrar aos colegas o que ela aprendeu. Isso significa disseminar conhecimento”, declara a assistente de coordenação do setor de Educação e Cultura do hospital, Maria Gloss.É nessa linha que funciona o trabalho realizado pela equipe de professores do Pequeno Príncipe. Formado por quatorze educadores – entre professores das redes municipal e estadual de ensino, além dos profissionais contratados pelo próprio hospital –, o setor de Educação e Pesquisa existe formalmente desde 2000, mas o atendimento escolar já é praticado na instituição desde 1989. Essa prática é apenas um exemplo do que hoje se conhece como pedagogia hospitalar.A primeira classe hospitalar do país surgiu na cidade do Rio de Janeiro, no início da década de 50, no Hospital Municipal Jesus, e se tornou referência nacional no âmbito da educação especial transitória por manter suas atividades em funcionamento ininterruptamente até os dias de hoje. A importância das classes hospitalares já é reconhecida legalmente por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente Hospitalizado, na resolução nº 41 de outubro de 1995, que em seu item 9 fala sobre o “Direito de desfrutar de alguma forma de recreação, programas de educação para a saúde, acompanhamento do currículo escolar durante sua permanência hospitalar”. Em novembro de 2000, foi aprovada a lei 10.685, que determina que hospitais ofereçam às crianças e adolescentes um bom atendimento educacional, que permita o desenvolvimento intelectual e pedagógico, bem como o acompanhamento do currículo escolar. Porém, mesmo com a pr evisão legal, a prática não é corriqueira. Ainda não são todos os hospitais pediátricos brasileiros que dispõem de uma estrutura adequada. Em todo o Estado de São Paulo, por exemplo, há cerca de 35 classes hospitalares em funcionamento – um número considerado pequeno perto do número de internações infantis.A pedagogia hospitalar é um assunto em voga. Desde o surgimento da lei de 2000, vários cursos de especialização na área foram surgindo no país, o que vem chamando a atenção de pedagogos e educadores que desejam exercer a profissão em outro espaço, fora da escola. Entre as matérias ministradas nos cursos de especialização, estão “Infecção Hospitalar”, “Brinquedotecas em Hospitais”, “Psicopedagogia Hospitalar” e “Políticas de Humanização dos Sistemas de Saúde”. Porém, a necessidade de um preparo especial para atuar em classes hospitalares levanta polêmica, principalmente entre os profissionais que já atuam no setor. “Particularmente, não acho que seja necessária a especialização em educação hospitalar. A nossa equipe é composta por quatorze professores, todos com anos de experiência em sala de aula, e não tem nada que nós façamos aqui que não tenhamos feito na escola. O que precisamos é de bons professores” , declara o coordenador do setor de Educação e Cultura do Pequeno Príncipe, Cláudio Teixeira, que é psicólogo e desde que saiu da faculdade trabalha com educação. No hospital, ele começou a trabalhar em 2000, quando a instituição passava por vários processos de humanização do atendimento. Em 2002, foi aberto o setor de Educação e Cultura, do qual ele assumiu a coordenação. Cláudio explica que todas as atividades propostas às crianças internadas e o desempenho que elas alcançam estão em constante avaliação, dentro de um contexto pedagógico. A partir do quinto dia de internamento da criança, os professores já iniciam o trabalho com o novo aluno. Todo o acompanhamento pedagógico é feito pela equipe do hospital, mas a escola da criança é sempre notificada do trabalho que está sendo realizado durante o internamento. Essa conexão escola-hospital permite ao aluno o acompanhamento do conteúdo que está sendo passado à turma a qual pertence. “Nós sabemos que essas crianças estão aqui para um sério tratamento de saúde, e esse é o foco. A qualquer momento ela pode ser chamada a fazer um exame ou uma cirurgia. Por isso, não são elas que vêm até nós. Nós vamos até elas, levando atividades educacionais e culturais na enfermaria, no isolamento ou no corredor”, declara o coordenador. Duran te o período de internamento, o professor registra tudo o que foi trabalhado em uma ficha de tutoria. Após a alta, o educador escreve um parecer, que é enviado à escola junto com todas a atividades desenvolvidas pelo aluno no hospital. Esse documento auxiliará a instituição de ensino no processo de readaptação da criança ao dia-a-dia escolar.Entre as várias opções de atividades oferecidas pelo hospital, uma que se destaca é a “Ciranda do Saber”, em que um paciente faz uma apresentação sobre determinado tema que pesquisou. A atividade acontece na sala própria do setor e reúne crianças, adolescentes, pais, acompanhantes e professores em uma grande roda de conhecimento. No dia da visita da reportagem ao hospital, estava acontecendo uma ciranda sobre o Egito, apresentada por uma paciente da ortopedia, estudante do 2º ano do ensino médio. O que mais impressionava nos pacientes que acompanhavam a apresentação da colega era a curiosidade que saltava em seus olhos, a sede de aprender, de descobrir, que vencia a fraqueza e as doenças. Por isso, o ambiente não assusta – encanta. Principalmente por uma característica importante de qualquer classe hospitalar, seja ela onde for: a diversidade, um desafio para muitos professores.Foi essa característica que conquistou de vez a professora Maria Gloss. Há três anos trabalhando no hospital, depois de anos de trabalho em escolas municipais de Curitiba, Maria declara que foi ali que ela encontrou a escola que procurou a vida toda. “ Aqui a gente tem a oportunidade de trabalhar com a vida. É a escola mais saudável que eu conheço. Isso parece muito dual, porque eu estou dentro de um hospital. Mas é um espaço de cura até para a escola, o que eu vivencio aqui é isso”, emociona-se.Também foi nessa diversidade que a professora Eneida Simões da Fonseca se realizou profissionalmente. Para Eneida, que é PhD em Desenvolvimento e Educação de Crianças Hospitalizadas pelo Institute of Education – University of London e tem mais de vinte anos de experiência na área, o professor que deseja trabalhar no âmbito hospitalar precisa de sensibilidade para atender as necessidades e interesses que emanam na diversidade. “Há duas características essenciais a um professor no ambiente hospitalar. Uma é estar consciente de que há um espaço para ele no ambiente hospitalar. Para tal, não deve esquecer que isto implica uma outra característica, que é o compromisso com o direito da criança doente à escolaridade. Acho um equívoco o professor ter que dominar aspectos médicos. O que é necessário é o domínio da transdisciplinariedade, da diversidade dos alunos, para atender suas necessidades de aprendizado.

Por Renata Sklaski, publicado na revista Profissão Mestre.

14 fevereiro, 2009

Ser ou Estar Professora ...

Colegas de profissão e de vida,


Em algumas palestras sobre Gestão Escolar , sempre usei uma expressão que expressa a
instabilidade com a qual convivemos ao longo da nossa vida: "Não somos gestores, estamos gestores"!
Vivemos hoje alguma situação pessoal ou profissional, que amanhã pode ser totalmente diferente, motivada por razões inesperadas que fogem ao nosso controle e planejamento, ou seja, convivemos com o inesperado.
E é sobre esse tema intrigante para todo ser humano, que trago paa vocês, algumas considerações de uma especialista, para agregar valor à essas ponderações.
Que essa leitura promova um "mergulho" em seu interior e que vc volte à tona conhecendo -se mais e melhor , como fez em mim.
Ana Celina







SER OU ESTAR PROFESSORA...



Ser professora é assumir integralmente a condição de educar, como profissão e como modo de vida.
Ser professora é mais do que se afirmar como educadora, pois a função de educadora não exige ser professora, mas a profissão de professora implica ser permanentemente educadora. Educador ou educadora devem ser todas as pessoas. Na escola, é preciso legitimar como educador o porteiro que recebe as crianças e as famílias, assim como as orienta e se despede delas em nome da escola; é preciso reconhecer e autorizar a ação educadora do pessoal da secretaria, do pessoal de apoio. São educadores e educadoras em trabalho educativo. Mas não são professores, nem professoras.
Já professores e professoras, no exercício legal de uma profissão para a qual foram preparados e permanecem em aprendizagem, são educadores e educadoras, também. Daí ser necessário fazer uma (re)leitura de nossos discursos, de nossas práticas e de nossas teorias que defendem a aplicação de diferentes nomes a nossa profissão. Mudamos ao sabor desses nomes ou eles mudam em função de nossa ação?
Gosto de ser professora... Ser professora exige investir em aperfeiçoamento permanente, na sede de aprender sempre, sem vacilar...
Ser professora é viver o cotidiano sem a opacidade da rotina instalada, sem se permitir aplicar desimportância ao que acontece em torno.
Algumas pessoas declaram “Estar professora”... Essa afirmação me dá mais uma idéia de transitoriedade do que de ligação entre o estado da pessoa e a função. A idéia que tenho, em torno dessa afirmação, é de que a pessoa deixará de ser professora num dado momento, como se não fosse um compromisso de longo prazo, de vida... Parece-me ser mais fácil: permite vestir uma profissão momentaneamente e ser coerente com ela apenas no exercício da função. Parece, também, permitir assumir a condição de educadora, ou não, apenas durante o tempo em que se está professora...
Estar professora exige o estudo como meio de ascensão na carreira, como atendimento a exigências institucionais. Estar professora é optar por estar e não por ser.
Tenho optado por ser professora, não deixando de sê-lo quando estou fora da sala de aula. Não abro mão dessa condição. Não estou dizendo com isso que durante todo o tempo estarei ministrando aulas, mas continuarei sendo professora na maneira de ver o mundo e de agir nele. Sou professora por opção de vida e, por conseguinte, não descarto da minha maneira de viver e de ser esta faceta de minha identidade.
Assim, também, não deixo de ser mãe, não deixo de ser católica, não deixo de ser mulher, não deixo de ser negra, não deixo de ser filha, não deixo de ser amiga, irmã, brasileira... Sou inteira, não sou parte.
Estive chefe, estive doente, estive estrangeira, estive ausente, estive longe... Não sou chefe, sou professora; não sou doente, sou gente; estive ausente, mas prefiro ser presente, ser o próximo para que você me ame “como a si mesmo...” e não estar longe, mas ficar perto, sendo e não estando...
E você? Ser ou estar, eis a questão...


Marisa Valladares é professora do depto. de Política, Educação e Sociedade, do Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo. Mestre em Educação e doutoranda em Educação - com concentração de estudos em Currículo e Formação de Professores. Trabalha com Didática, Metodologia do Ensino Superior, Estágio na Licenciatura de Geografia. Foi professora da educação básica em todos os segmentos - desde a educação infantil até ao ensino médio - em escolas públicas (zona urbana e zona rural) e em escolas privadas de pequeno e grande porte. Adora ser professora e eterna aprendiz!

13 fevereiro, 2009

Fazendo Educação: sites e blogs

Divulgar bons sites e blogs também faz parte do que consideramos "fazer educação"
Visitem, pesquisem, criem e levem novidades para suas escolas !
Façam acontecer!
Bom fim de semana, Ana Celina


Blogs (e alguns sites) da semana:

http://claudiocursini.blogspot.com/
http://www.depoisdaaula.com/
http://mexaletras.blogspot.com/
http://http://www.professorrenato.com/
http://www.aprenderecia.blogspot.com/
http://www.lulukinha-luluka.blogspot.com/
http://educasempre.blogspot.com/
http://www.fabianoraco.com/
http://au.alencar.zip.net/
http://www.piratapoeta.blogspot.com/

Projetos Multidisciplinares

Oi pessoal! Se estamos prontos para a largada de 2009, deixo aqui pra vocês,as palavras
de uma especialista de primeira linha ! Vejam só !! Ana Celina




Por que Trabalhar Projetos Multidisciplinares?


Projeto multidisciplinar é um ótimo recurso para ensinar desde os anos iniciais, pois além de motivador, esta ferramenta faz com que os alunos construam seus conhecimentos interligando as diversas áreas da aprendizagem; faz com que os alunos compreendam as relações existentes entre as linguagens e dão a eles a oportunidade de transformar a sala de aula em uma comunidade de investigação e pesquisa. O projeto multidisciplinar constitui uma condição para a melhoria da qualidade do ensino, pois supera a clássica fragmentação existente entre as disciplinas e contribui para a formação global do educando. Ao estabelecer um diálogo entre os conteúdos, levantam-se questões interdisciplinares e identificam-se pontos comuns entre eles, levando o educando a um melhor entendimento do mundo concreto e à compreensão destas relações. Desenvolver competências e habilidades são as palavras de ordem na educação contemporânea, e isso significa possibilitar que os alunos adquiram os saberes fundamentais, que os preparem para a nova realidade social e para o mercado de trabalho; neste sentido, o professor precisa mudar sua postura frente à classe, ou seja, proporcionar atividades que integrem as diversas disciplinas e que façam com que o aluno aprenda a identificar, avaliar, formar, analisar situações e relações, cooperar, agir, participar, partilhar, organizar, construir, elaborar conceitos e gerenciar, que são saberes fundamentais para a construção da autonomia. Baseado neste discurso, eu acredito que Projetos Multidisciplinares, ao permitirem uma interrelação entre as disciplinas do currículo escolar, passam a ter fundamental importância no desenvolvimento de tais competências e habilidades, visto que no dia-a-dia proporcionam o exercício da busca e da descoberta, aguçando a curiosidade, a criatividade e aumentando no aluno a capacidade de dominar novas informações e relacioná-las com as antigas; fatores primordiais para o sucesso da aprendizagem. Projetos multidisciplinares promovem a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade. O que é isso? É identificar os pontos comuns, as relações existentes entre os conteúdos e transportá-los também para as suas ações diárias, contextualizá-los. É fazer com que os conteúdos aprendidos na escola tenham aplicabilidade e tenham significado na vida cotidiana do educando; ou seja, que não sejam apenas “matérias” isoladas, sem sentido, decoradas apenas para fazer prova. Estas ligações podem facilitar o processo de ensino-aprendizagem, uma vez que constroem o conhecimento de forma prazerosa, participativa e interessante, resgatando o gosto de aprender. O conhecimento construído através dos Projetos Multidisciplinares deve possibilitar a análise crítica de valores sociais, desenvolver o respeito mútuo – uma vez que requer uma maior interação entre os alunos – e fortalecer a aquisição de hábitos saudáveis, pois faz com que o aluno se reconheça como elemento integrante do processo e permite maior conscientização sobre os diversos aspectos relacionados às situações cognitivas, afetivas e sociais ao permitir o uso de estratégias individuais e grupais nas práticas e resoluções de problemas.
Um Projeto Multidisciplinar bem planejado, onde a equipe pedagógica esteja realmente envolvida, que não seja imposto, que motive e seja direcionado para o interesse da turma, tende a obter sucesso, mas é, sem dúvida, uma tarefa que requer grande esforço de todas as partes, pois exige a ruptura com o ensino reprodutor e com o saber parcelado que é onde existe a divisão do pensamento e do conhecimento. Exige uma contínua interinfluência entre teoria e prática de modo que se enriqueçam reciprocamente; e exige intervenção e avaliação continuada. Enfim, o pensar e agir interdisciplinar e multidisciplinar se apoia no princípio de que nenhuma fonte de conhecimento é em si mesma completa, e que ao se interagirem surgem novos desdobramentos na compreensão da realidade e de sua apresentação.
As pipas podem ser um ótimo exemplo ou recurso para ensinar Português, Matemática, Geografia, Artes, História, Educação Física, Ciências, Química, Física e valores.
Trabalhada de forma interdisciplinar e multidisciplinar, desenvolve a criatividade, a coordenação psicomotora, o espírito de equipe; incentiva a pesquisa, a leitura e a produção de texto; resgata brincadeiras populares, ensina formas geométricas, medidas e sistema métrico; a diversidade cultural; prevenção de acidentes; fundamentos físicos, misturas e processos químicos; grandes descobertas a partir da dinâmica do voo da pipa; enfim, com um pouco de criatividade, o professor pode navegar pelo conteúdo de sua disciplina utilizando recursos inimagináveis, reorganizando, refazendo, replanejando, reavaliando sua prática e reinventando a educação de qualidade.


Vanja Ferreira – Mestre em Educação, pedagoga, coordenadora pedagógica, escritora, docente universitária, educadora física, gestora escolar e Prêmio Victor Civita Professor Nota 10.

10 fevereiro, 2009

Prontos para a largada!!





Olá amigos !



Depois merecidas férias, volto ao blog com o saudades de vocês !

Já estamos todos prontos para dar a largada de mais um ano letivo, prestes a se iniciar não é mesmo?

Desejo que neste momento de novas propostas, vocês estejam confiantes numa jornada de produtividade e descobrimentos, para que se sintam autores de sua própria história
fazendo acontecer onde quer que vocês vivam e atuem.

Da minha parte, como sou uma incansável pesquisadora de novos conhecimentos, me comprometo trazer pra vocês, não apenas minhas opiniões pessoais sobre nossa lida diária pela Educação, mas também a palavra instrutiva de autores respeitados na área, bem como notícias, fotos , livros, vídeos e tudo o mais que possa facilitar o trabalho nas escolas, conduzindo-os ao sucesso.


Que 2009 seja um bom ano para todos nós, e certamente o será .

Um abraço fraterno à todos, e lá vamos nós !!!
Ana Celina

04 janeiro, 2009

Receita de Ano Novo

AMIGOS

Para que este novo ano comece com grandes possibilidades de ser um sucesso, fui buscar
uma receita dada por ninguém menos que Drummond!
Aproveitem as férias porque em breve voltaremos a falar sobre Gestão !
Bjão , Ana Celina


Receita de ano novo


Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?)
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumidas nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade

31 dezembro, 2008

FELIZ ANO NOVO !!!!


QUE 2009 NOS ENCONTRE DE BRAÇOS ABERTOS PARA RECEBER ESSE NOVO TEMPO,

COM SAÚDE NO CORPO, PAZ NO ESPÍRITO E MUITO AMOR NO CORAÇÃO!!

CARINHOSAMENTE PARA TODOS OS AMIGOS E COMPANHEIROS DE JORNADA,


ANA CELINA







NA CERTEZA DE QUE

20 dezembro, 2008

Feliz Natal !!



Amigos

Mais um ano chega ao fim e com ele, essa sensação de que não fizemos tudo que gostaríamos,
que muitos planos tiveram que ser mais uma vez adiados, que as metas estabelecidas para o ano que se finda , ainda não foram atingidas.
É hora da avaliação inevitável que fazemos de nós mesmos e do nosso desempenho .
Porém vale lembrar, que o bacana da vida é justamente essa necessidade de recomeçar, de
fazer novos planos e de estabelecer novas metas e principalmente de sentir que poderemos
fazer tudo muito melhor, porque tentamos, aprendemos e estamos mais confiantes em nós mesmos.
Seja qual for o saldo positivo de sua avalição pessoal diante da vida, saiba que sua possibilidade
de avançar, sempre será maior, na medida que você confiar nas suas próprias potencialidades
e apostar no seu sucesso.
Ser um vencedor, não passa necessariamente por você ser melhor que alguém, mas se você sentir que está melhor consigo mesmo, a cada ano que vive.
Portanto, agradeçamos pelo dom da vida e que tenhamos a certeza de que o amanhã nos
espera de braços abertos.
Um Natal de paz para todos , porque Deus está presente !!
Com carinho, Ana Celina

16 dezembro, 2008

Determinação : A arte de continuar

Colegas,
Nosso dia a dia, é sempre pautado por acontecimentos imprevistos e nem sempre muito
agradáveis de serem enfrentados.
Porém como seres em contínua aprendizagem, precisamos ter em mente que cada vivência, deixa um ensinamento a nortear nosso caminho futuro.
Administrar esses momentos, é uma questão de posicionamento íntimo, para que possamos
tirar partido de todas as situações.
Sobre isso, trago para vocês a palavra do dr Furlan, escritor e especialista em auto
conhecimento, para esclarecer ainda mais a questão, numa abordagem primorosa.
Como de hábito, sugerimos que os textos aqui publicados, sejam repassados e
trabalhados com os grupos das escolas, sempre no sentido de ampliarmos essa corrente
de troca de experiências e conhecimentos, numa contínuo exercício de aprendizagem
mútua.
Um abraço, Ana Celina




Determinação: A Arte de Continuar


A caminho de teus objetivos, não retroceda. Na maioria das vezes retrocedemos não pela impossibilidade de superar os desafios, mas sim pela quantidade de trabalho, comprometimento e dedicação exigidos para a realização de tal objetivo.
Com freqüência refiro-me ao fracasso, não como o insucesso numa empreitada, mas sim a desistência de continuar no caminho ou a total ausência de aprendizagem com a situação que aconteceu. Nada aprendeu com a situação que passamos, isso sim considero fracasso. Eisntein já afirmava que a mente exposta a uma nova idéia jamais será a mesma, isso também refere-se as mais diversas experiências que passamos em nossa vida.
Muitas vezes algumas pessoas me dizem que o preço pago pela lição aprendida foi muito alto. Isso eu não discuto. Pior que pagar um alto preço, é não aprender nada.Sendo assim, mantenha o foco naquilo que você deseja realizar, intensifica as energias e perceba como raramente os obstáculos resistem a ações intensas e bem planejadas. Não desista da batalha! Não estacione a margem do caminho lamentando os seus possíveis infortúnios. Problemas são comuns a todos os seres humanos, a diferença e que alguns acreditam em soluções e outros acreditam na dificuldade dos problemas, é apenas uma questão de escolha. Fazer parte do problema ou da solução é uma escolha sua. Alguns pessoas para amenizar a pressão se distraem em excesso olhando a paisagem o que resulta na perda de foco. Mais proveitoso costuma ser o desfrutar do caminho como um todo. Na subida da montanha, na travessia do rio, na chuva que molha o caminho, mas também renova a vida e germina a planta, curta o caminho independente de como ele esteja e provavelmente será mais produtivo e mais realizador. Sabendo que em qualquer caminho e em algum momento existem pedras e espinhos, se prepara para o desafio e supera as dificuldades. Existirão às vezes companheiros ao seu lado na tua jornada , e cada um tem um mundo de emoções diferentes.
Aprende a respeitar a diversidade e aprimorar os relacionamentos humanos. A jornada costuma ser mais prazerosa quando não estamos sozinhos. Você pode criar o habito de ouvir o que interessa sem permitir que alguém o desmotive ou desestimule. Lembre-se que Sófocles definiu humildade como estar disposto a receber, independente do quanto tenhas, do quanto saibas ou de quem sejas. Podemos pensar então em aceitar a ajuda ou o apoio de quem se dispuser a contribuir conosco. Aceita as mãos estendidas em sua direção, afinal não são muitas e nem sempre constantes. Nesse caminho de realização você pode escolher contribuir ou receber. Tenha em sua mente que os grandes prêmios e as grandes realizações são comuns as pessoas que escolheram dar mais de si, contribuir e superar.Um gesto de solidariedade durante a jornada ajuda a quem pratica e a quem recebe. As últimas pesquisas indicam que é mais saudável dar que receber. Essa atitude de contribuir está evidente mesmo num simples gesto como um sorriso. Algo assim pode criar uma ponte sobre o abismo. Então assim o destino desejado estará mais perto. Segue seu caminho, acredite, construa, compartilhe e concretize.
Caminhe adiante um pouco mais e construa a tua historia.


Por Dr. Furlan, escritor e especialista em auto conhecimento.

15 dezembro, 2008

Presépio Infantil












Queremos deixar aqui nossos parabéns, pela belíssima apresentação da Creche Escola Heloísa Monteiro da Paixão, localizada no bairro de parque Guarús, em Campos dos Goytacazes - RJ, na pessoa de sua diretora Ana Nery de Souza Gama e sua equipe, quando foi apresentado o Presépio Infantil, encenado pela crianças da creche, abrilhantando o último encontro de Capacitação de Gestores de Creches.
Tivemos oportunidade de viver momentos de grande emoção e encantamento, como mostram as fotos.
Obrigada pessoal , continuem com essa garra e compromisso que fazem a diferença.

Um abraço carinhoso da equipe da Gerência de Gestão, Ana Celina.

14 dezembro, 2008

A vida como ela é


Colegas queridas

As férias se aproximam e teremos nossos momentos de merecidos descanso e descontração, livres de horários rígidos e do corre corre, que fazem parte do cotidiano de todos nós.
Portanto, como sugestão de uma boa leitura, Gabriel Chalita nos dá uma opção, que certamente
muito contribuirá para nosso enriquecimento, até porque, o texto de apresentação que se segue, já é em si, muito bom !!
Bom domingo, Ana Celina





A VIDA COMO ELA É


Por Gabriel Chalita


Não celebramos os clássicos por acaso. Eles nos ensinam métodos de composição literária, refletem um momento dentro do tempo, mostram a cultura, costumes, movimentos sociais, estética dominante. Foi assim com o Romantismo, por exemplo, uma das mais fortes e produtivas correntes literárias. E foi assim também com o Realismo, que veio em seguida para trazer a obra literária para mais perto da realidade. Exagerou na crueza das situações e na nudez das descrições.
Mas, em literatura, como na vida, parece certo que o meio-termo é que é o termo certo. E surgiu, nos dias de hoje, uma nova maneira de contar histórias, mesclando o descritivo e o analítico com o subjetivo e o emocional. É uma literatura mais cotidiana, mais “a vida como ela é”, como queria Nelson Rodrigues. A vida não é novela, mas um mestre da televisão pode tornar uma novela tão expressiva quanto a própria vida. Esse mestre é Walcyr Carrasco, que nos dá a surpresa de trazer à luz o livro A palavra não dita. A obra de Walcyr é uma história sincera. Com toda a honestidade, o autor faz com que os personagens interajam, e não lhes esconde os sentimentos. Essa franqueza perpassa o relato inteiro, e as pessoas retratadas revelam suas almas, com as purezas, mesquinharias, temores e anseios que habitam todas as almas. Gente sem os disfarces românticos ou os exageros realistas. São pessoas, encontrando-se e desencontrando-se. E, por isso mesmo, é a boa literatura, moderna e forte. Moderna porque trata, do ponto de vista do conteúdo, de temas atuais, observados pelo olhar do jornalista que se acostumou a observar a vida social, a participar e até a alterar o seu rumo. Do ponto de vista da linguagem, simples e direta, com traços de coloquialidade que trazem à tona os aspectos tribais presentes nos diferentes grupamentos. A naturalidade com que o paulista Walcyr Carrasco trata do linguajar do povo gaúcho, em especial dos jovens de Porto Alegre, revela uma boa pesquisa e um excelente espírito de observação. Forte porque aborda corajosamente um tema relegado ao noticiário do chamado “mundo cão”, e o faz com naturalidade, respeito, e principalmente honestidade. Lá dentro, na trama narrativa, Walcyr Carrasco vai usando alguns artifícios. Um deles é o de explicar, como se fosse casualmente, termos, vocábulos e situações, com um propósito didático, mas que não soa como aula. E vai buscar apoio na própria linguagem dos jovens, para que tudo seja explicado para o jovem leitor na sua própria forma de comunicação. Coisa de escritor sensível ao mundo que o rodeia. Mas é o conjunto de valores expressos na narrativa o que dá ao livro o peso pedagógico e que lhe dá motivo para ser comentado neste espaço. A história de Walcyr Carrasco fala de sinceridade. De honestidade. De lealdade. As más ações contadas no livro não resultam em geral de má índole dos personagens, mas de contingências e circunstâncias. Porque o mundo é assim mesmo. As pessoas não fazem o mal, normalmente, para prejudicar, mas porque escolheram motivos e atitudes erradas diante da vida. O livro fala também que não se deve julgar as pessoas com base em idéias pré-concebidas. Cibele, a personagem principal, narradora, vai aprender isso a todo momento.Por essas razões é que venho recomendar aos professores que trabalhem em sala o livro A palavra não dita, de Walcyr Carrasco. Evidentemente os educadores terão que destacar e corrigir dois ou três erros de revisão – coisa rara numa editora séria como a Moderna, mas que não comprometem a qualidade geral do livro. É claro também que os professores não deverão abandonar os clássicos, mas uma leitura como esta, complementarmente, ajuda a entender o mundo. O mundo como ele é.

Gabriel Chalita é doutor em Direito e em Comunicação e Semiótica, professor da PUCSP e Mackenzie. É ex-secretário estadual de Educação de São Paulo e ex-presidente do Consed (Conselho Nacional dos Secretários de Educação). É membro da Academia Paulista de Letras. Atualmente preside o Instituto Educativa, dedicado a treinamento em empresas nas áreas de educação, ética e gestão de pessoas (http://www.educativapalestras.com.br/)

12 dezembro, 2008

Novas Regras Gramaticais

Olá colegas!

Para que possamos nos manter sempre bem informados e atualizados, seguem aí as novas regras gramaticais, que como professores, precisamos estar sempre atentos.
Sugiro que copiem e colem nos Meus Documentos, e repassem para seeu grupo.
Bom fim de semana, Ana Celina


JORNAL VIRTUAL – Ano 7 Nº 97 – 12/12/2008

O Português não será mais o mesmo !!
Como já ouvimos falar, a partir de 1º janeiro de 2009 nosso idioma deverá ser usado com algumas novas normas. A implantação do Novo Acordo Ortográfico – que tem como objetivo unificar a Língua Portuguesa em todos os países que a utilizam (Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) – vem sendo discutida há anos, mas agora tomou forma.
Isso tem gerado algumas discussões e confusões. Se nem os dicionários “se entendem” em relação a algumas palavras que mudaram sua ortografia, imagine como vai ficar o ensino da Língua Portuguesa a partir de agora?
É hora de apressar-se – apesar de você ter até 2012 para estar 100% adequado – em reaprender, professor, pois os livros didáticos do próximo ano já estarão adaptados e os alunos que começarão o processo de alfabetização devem o ser pelas novas normas.

As novas regras

Alfabeto: Com a inclusão do K, W e Y, o alfabeto é agora formado por 26 letras.

  • Trema :Não existe mais na língua portuguesa – exceto em nomes próprios e seus derivados (Müller, mülleriano).Exemplos: aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, eloquente, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça, linguística.

  • Acentuação: Ditongos abertos com “ei” e “oi” não são mais acentuados em palavras paroxítonas.
    Exemplos: assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico.
    Obs. 1: nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis.
    Obs. 2: o acento no ditongo aberto “eu” continua: chapéu, véu, céu, ilhéu.

  • Os hiatos “oo” e “ee” não são mais acentuados. Exemplos: enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo, creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem.
    Não existe mais o acento diferencial em palavras escritas da mesma forma.
    Exemplos: para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (substantivo), pera (substantivo), polo (substantivo)
    Obs: o acento diferencial permanece no verbo poder (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo - pôde) e no verbo pôr

  • Não se acentua mais a letra u nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de g ou q e antes de e ou i (gue, que, gui, qui)Exemplos: argui, apazigue,averigue, enxague, ensaguemos, oblique.
    Não se acentua mais i e u tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo. Como será – baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume.

  • Hífen: O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos terminados em vogal + palavras iniciadas por r ou s, sendo que essas devem ser dobradas. Exemplos: antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, inrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal, suprassensível Obs: em prefixos terminados por r, permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, inter-racial, super-resistente, etc.

  • O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal- Exemplos: autoafirmação, autoajuda, autoaprendizabem, autoescola, autoestrada, contraindicação, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, supraocular, ultraelevado. Obs: esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por h: anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo, etc.

  • Utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal. Exemplos: anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico Obs: a exceção é o prefixo co. Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal o, não se utiliza hífen.

  • Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição. Exemplos: mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, párachoque, paravento

  • O uso do hífen permanece:– Em palavras formadas por prefixos ex, vice, soto: ex-marido, vice-presidente, soto-mestre– Em palavras formadas por prefixos circum e pan + palavras iniciadas em vogal, M ou N: pan-americano, circum-navegação– Em palavras formadas com prefixos pré, pró e pós + palavras que tem significado próprio: pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação– Em palavras formadas pelas palavras além, aquém, recém, sem: além-mar, além-fronteiras, recém-nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto

  • Não existe mais hífen:– Em locuções de qualquer tipo: cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cartão de visita, cor de vinho, à vontade, abaixo de, acerca de etc. Exceções – água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa.


    Pontos elencados por Edmundo Ferreira da Rocha.
  • 11 dezembro, 2008

    A Comparação Não É um Bom Negócio !!

    Colegas

    Os atletas olímpicos encontram em si mesmos, motivação para superarem suas próprias marcas e assim estarem melhor preparados para competir. Isso nos dá o sentido exato, do quanto é importante estarmos sempre atentos para a qualidade que conseguimos colocar naquilo que nos propomos a realizar. Sobre este tema, trago a palavra do Professor Menegatti, conferencista de renome em motivação e liderança, esclarecendo melhor o assunto.
    Um abraço, Ana Celina


    A Comparação Não É um Bom Negócio !

    A comparação não é um bom negócio...
    Um dos maiores erros cometidos por nós seres humanos é a comparação. A medição de si mesmo de acordo com os padrões, os feitos ou as realizações das outras pessoas.
    Desde pequeno somos comparados aos nossos irmãos, aos filhos dos vizinhos ou a qualquer outra pessoa. Este espírito comparativo continua durante a adolescência e a idade adulta, tornando-se traumatizante porque passamos a maior parte de nossas vidas tentando competir com os outros, comparando nossas realizações com outras pessoas do nosso meio, e tentando viver de acordo com os seus padrões de aceitação.Sempre que você compara os seus talentos e habilidades com os outros, quer favorável ou desfavoravelmente, desperdiça a oportunidade de se tornar melhor tentando tornar iguais pessoas que são totalmente diferentes.
    Quando éramos crianças minha família e eu viajávamos de carro e tínhamos o hábito de ficar pedindo para que o pai ultrapassasse todo mundo. Torcíamos para que ele conseguisse e comemorávamos muito fazendo caretas para o carro que acabávamos de deixar para trás. Mas teve um dia que um carro passou por nós tão rápido que eu e o meu irmão ficamos de boca aberta. Embora o pai estivesse "liderando" todos os outros carros aos olhos deles nós estávamos tendo sucesso, por que estávamos viajando bem mais rápido do que eles. Quando comparado ao desempenho do nosso carro a sua verdadeira capacidade, não estávamos sendo bem sucedidos porque estava viajando abaixo da sua capacidade máxima constituída pelo fabricante.

    A lição aqui não é que o verdadeiro sucesso não é medido pelo quanto você fez ou realizou em comparação ao que outros fizeram; o verdadeiro sucesso é o que você fez comparado ao que você poderia ter feito. Em outras palavras, viver em plenitude é competir com você mesmo. Em vez de sermos nós mesmos, ficamos preocupados em ser o que os outros acham que deveríamos ser.
    Sempre existirão pessoas que iremos superar e outras que nos superarão. Se competirmos com nós mesmo, e não com os outros, então não importa quem está atrás ou na frente; nossa meta é nos tornar tudo aquilo que somos capazes de ser e de realizar, e isto se torna a medida da nossa satisfação. Todas as experiências que você terá durante a sua vida, não eliminarão a sua capacidade de fazer tantas vezes quantas forem preciso.

    06 dezembro, 2008

    Educação Criativa: Um novo olhar

    Colegas


    Hoje, trago pra vocês um texto muito interessante sobre a Educação Criativa, com um novo olhar sobre o que seja necessaário realmente ser desenvolvido em nossos alunos.
    Sugiro, que o que se segue, seja discutidos nas escolas, como um dos temas propostos para o novo ano que se aproxima.
    Motivação e criatividade, são elementos chaves para que se faça uma Educação competente em nosso país, preparando nossas crianças para estarem melhor adaptadas e inseridas no mundo globalizado e tecnológico.
    Portanto, a palavra de uma especialista no assunto, vem nos dar melhores condições de conhecermos e analisarmos o tema abordado.

    Saúde e paz à todos, Ana Celina




    QUEM IRÁ EDUCAR OS BRASILEIROS?




    Refletindo sobre o ensino brasileiro, estou chegando à conclusão de que a educação que os brasileiros merecem não é aquela acadêmica, que obriga o aluno a decorar para escrever na prova, mesmo que esqueça tudo logo depois; em que o aluno ouve e repete o que o professor fala, como se não tivesse opinião própria; na qual o aluno fica sentado em silêncio, escutando (ou dormindo) porque sabe que não pode interromper quando o professor fala, fala e fala para dar tempo de acabar o programa; que é formada por duas classes, a dominante (que sabe tudo) e a dominada (que não sabe nada). Qual será o futuro desse pobre aluno sem iniciativa, sem espírito de luta, de liderança, acovardado diante dos problemas da vida? Esses são apenas alguns pontos...
    Talvez a educação criativa possa ajudar a lidar com estas situações, pois com ela o professor é aquele que dá a proposta de atividade criativa e a classe vira um formigueiro provocado pela motivação. Os alunos, em subgrupos, são colocados em situação-problema e buscam soluções criativas, dando idéias, ouvindo as sugestões dos colegas, concordando, discordando, acrescentando, pesquisando nos livros ou na memória de cada um. Eles também estão desenvolvendo a agilidade mental porque sabem que essa atividade tem apenas alguns minutos.
    Qualquer pessoa acadêmica que entrar na classe irá ficar assustada com a "indisciplina", mas esse é um novo conceito de disciplina. É a disciplina da Educação Criativa que põe o aluno em ação, aprendendo com a troca de experiências dos colegas, sabendo que a conversa tem que ser no "cochicho" para não importunar os outros que também estão pensando e discutindo outros problemas.
    O conteúdo, que era apenas um pequeno apoio, começa a aumentar, aumentando também a curiosidade e o estímulo para buscar mais conhecimento, descobrindo a alegria de aprender mais sobre aquele assunto.
    As atividades da educação criativa promovem o desbloqueio de três personagens que cada aluno tem dentro de si: o gigante (que pode tudo, mas está bloqueado), a criança (que quer ser feliz e viver plenamente, mas está bloqueada) e o filósofo (que gosta de aprender a pensar, sentir, agir, analisar, liderar, escolher, criar laços afetivos com todos, mas também está bloqueado). A auto-confiança, auto-estima e a segurança emocional estão aumentando em cada aula, em cada atividade criativa porque a escola está trabalhando com seres humanos e não com robôs.
    Sem muito trabalho, o professor está terminando sua aula e deixando os alunos muito motivados para pesquisar e discutir qualquer conteúdo fazendo Projetos Criativos e apresentando, na próxima aula, para o professor e para os colegas que poderão ajudá-los, acrescentando sugestões e dando forças para que leiam e pesquisem mais.
    Pela motivação, aprendem a maravilhar-se com o gigante que cada um tem dentro de si, mas também maravilhar-se com o nascer e o pôr do sol, o sorriso de uma criança, o apoio a um idoso, buscando valores humanos. E na busca por soluções criativas para a situação-problema, aprendem a fazer amigos, a mantê-los e a compartilhar suas emoções. Afinal são seres humanos aprendendo a amar.
    Na Educação Criativa a avaliação é feita por aplausos de encorajamento para que os alunos aumentem sua auto-confiança, acreditem em si próprios e produzam cada vez mais, sempre felizes com a sua maneira de ser.
    Despertando a sabedoria e o potencial do gigante, da criança e do filósofo que estavam bloqueados dentro de cada aluno, o professor estará realmente fazendo EDUCAÇÃO.


    Glorinha Aguiar – Especialista em Educação Criativa. Contato: glorinhaaguiar@uol.com.br

    05 dezembro, 2008

    10 Dicas para Qualidade Total de Vida


    Colegas!
    Sentir-se bem no dia a dia, é uma questão de organização pessoal. Portanto vão aqui dicas preciosas, que uma vez incorporadas ao seu modo de ser, muito vão auxiliar nesta sua conquista de uma melhor qualidade de vida pessoal. Lembre-se, nem tudo acontece como planejamos, mas o que muda é a forma como encararamos a vida.
    Bom fim de semana, Ana Celina

    10 dicas para a qualidade total de vida


    A qualidade de vida não depende de quanto dinheiro ganhamos ou de quantos carros possuímos. Ela é medida por nossa saúde, bem-estar físico e emocional, nossos relacionamentos, auto-estima e grau de espiritualidade que alcançamos na vida.

    1º Harmonize seu lar: Abra portas e janelas e comece uma limpeza. Tire tudo do guarda-roupa e só guarde o que está realmente precisando. O resto, elimine da melhor forma que encontrar. Roupas e objetos sem uso bloqueiam o fluxo de energia do ambiente. A energia parada adoece a casa, você e sua família. Faça isso periodicamente.

    2º Coma bem: Não marque negócios para a hora das refeições, pois o que está ingerindo será parte de você e uma alimentação artificial é incompatível com a sua natureza. Evite alimentos de base animal, porque eles são maltratados, principalmente no momento do abate. Emoções como medo, desespero e tristeza ficam impregnadas na carne em forma de energia negativa.

    3º Preste atenção em você: Se você tem mais pensamentos negativos, as pessoas e situações que você atrai estão na mesma freqüência. Você pode mudar sua vida mudando-os. Quando você presta atenção no que está pensando tem maior controle sobre sua energia e sua vida. Procure ler frases positivas e conversar com Deus.

    4º Tenha objetivos: Melhore sua condição financeira, planeje comprar bens, faça viagens e busque tudo que você quiser, mas não dependa dessas conquistas para viver bem. O verdadeiro bem-estar é alcançado através dos objetivos espirituais como tentar ser mais paciente, confiável, aberto, sincero e ter fé na vida; assim, você garante equilíbrio, satisfação e razão de viver.

    5º Faça exercícios: Os exercícios estimulam o fluxo de energia vital, gerando um melhor condicionamento físico e uma ótima sensação de bem-estar. A prática de exercícios é fundamental para o equilíbrio do corpo e da mente. O mais difícil é tomar a decisão de começar, mas depois de 21 dias de prática, o cérebro registra como um hábito e tudo fica mais fácil.

    6º Utilize seus talentos: Descubra seus dons e talentos e coloque-os em prática. A sua saúde física e emocional depende muito disso. Pessoas que não utilizam esta energia criativa bloqueiam o seu fluxo energético e adoecem física e emocionalmente. Canalize seus talentos com o propósito de melhorar a vida das pessoas, esse é um bom caminho para encontrar equilíbrio e crescimento. 7º Medite, medite e medite: A meditação é a melhor ferramenta para o crescimento pessoal e espiritual. Ao meditar você descobre o que é ou não importante para sua vida, torna-se uma pessoa mais segura e objetiva. A meditação cura seu corpo, melhora a memória e concentração, desperta a intuição e a percepção. A forma de meditar é particular. Busque um livro ou um mestre que possa lhe ajudar.

    8º Aceite a vida: Volte sua mente para o que a vida oferece de bom. Aprecie este Planeta Azul e curta esta viagem da melhor maneira possível. Ajude pessoas, seja sincero e alegre, aceite-as como elas são e aceite-se como você é. Aceitar não é se acomodar, mas buscar força para mudar o que podemos mudar.

    9º Visite a natureza: Uma vez por mês, faça uma visita a mãe natureza. Ela purifica suas células e acalma seu espírito. O mar neutraliza as energias negativas, as cachoeiras ativam a vida celular e o verde ativa o processo de autocura, tanto física como emocional. Você é parte da natureza, harmonize-se com ela.

    10º converse com Deus: Os gregos evitavam dizer o nome de Deus, pois achavam seu vocabulário muito limitado para expressar a grandeza d’Ele. Então, todas as vezes que tinham que falar sobre Deus usavam a expressão O Todo. Sintonize-se com O Todo que está ao seu redor e dentro do seu coração.

    04 dezembro, 2008

    Premiação de Medalha de Bronze na Olimpíada de Português


    Parabenizamos à aluna Débora Rodrigues Silva, da EM Iniciação Agrícola José Francisco Mota Vasconcelos, ganhadora de medalha de bronze na Olimpíada de Português promovida pelo MEC, bem como sua professora Rosana Ribeiro de Oliveira e as diretoras, professoras Maria Cristina Veira e Carla Valéria, que não mediram esforços para conduzir Débora ao sucesso que alcançou.
    Acreditamos ser este o caminho certo que toda unidade escolar deveria seguir, dando aos seus alunos novas oportunidades de desenvolverem suas potencialidades.
    Que esse seja apenas o início de outras iniciativas tão produtivas e gratificantes.
    Um grande abraço, Ana Celina

    03 dezembro, 2008

    Dicas para reunião de pais - Brasílio Neto

    1 - Vá com calma
    Muitas escolas fazem uma semana especial para atenter os pais, comprimindo dezenas de atividades em curto espaço de tempo. É um tal de crianças cantando em homenagem aos pais, palestras dos diretores. Algumas vezes há até a pelada divorciados x casados, cada vez mais polêmica:

    - O que você está fazendo no time dos casados?
    - Ué, eu estou morando com a Socorro desde ...
    - Cadê a certidão? Sem o papel, volta para o time dos divorciados
    Ou:
    - Você não acha que a solução é um pouco radical demais, Carlão?
    - Pelos casados, eu faço qualquer coisa. A Sônia me deixou e a Telminha só vê o Ju nos tribunais, para brigar. O time dos casados não pode sobreviver sem o Ju no gol e eu na zaga.
    - Mas casar com o Ju, Carlão?
    - É só até o final do jogo. Se bem que, sabe que ele faz uma macarronada ótima?

    Ou seja, há espaço para tudo nessa semana... menos para um encontro claro, sério, entre pais e professores, no qual a situação e o progresso de cada aluno.
    Dê espaço para o que realmente importa em uma reunião com os pais. Prepare ambientes simples, com boa iluminação e ventilação para conversar com eles. Apresente números e fatos de sobre cada aluno, facilitando a conversa.

    2 - Mantenha-se no horário.
    Dê um intervalo de cinco a dez minutos entre cada reunião com pais ou grupos de pais. Isso permitirá que você faça anotações e prepare-se para o próximo encontro; também dará tempo para um encontro se alongar um pouco mais, se for necessário, sem prejudicar as outras.

    3 - Prepare-se.
    Tenha certeza de que tem tudo à mão para falar com os pais. Anotações, livros, trabalhos escolares.

    4 - Assistência.
    Quem irá participar da reunião? Somente com os pais certamente fará os encontros serem mais rápidos, mas se você incluir os alunos também demonstrará respeito por eles e garantirá que todos trabalhem com uma versão apenas da história

    5 - Conteúdo.
    Os pais devem saber exatamente como os filhos vão na escola. Providencie a informação:
    - Se a criança presta atenção às aulas
    - Como o aluno está, no geral
    - Áreas onde ele se dá muito bem
    - Áreas onde tem dificuldades
    - Como os pais podem ajudar os filhos nessas áreas
    - As interações da criança com outros alunos e professores
    - Como os pais podem ajudar os alunos a estudar e fazer a terefa de casa
    - O que a escola está preparando para a frente: visitas, palestras, horários especiais, etc., e como isso irá beneficiar o aluno.

    Gestão Estratégica Educacional

    Gestão Estratégica Educacional

    Apresentação do grupo de teatro da EM Iniciação Agrícola José Francisco Mota Vasconcelos




    Encerramento das Capacitações de Gestores -2-12-08




    Dia 2/12 último, aconteceu o encerramento da Capacitação de Gestores de Escolas Municipais. Vivemos momentos de muita emoção e alegria. A certeza do sucesso de nossa parceria, certamente deixará boas lembranças a recordar!
    Aqui ficam algumas fotos de tão prazeroso evento. Valeu pessoal !!

    26 novembro, 2008

    Eu Preciso Mudar ...










    Quantas vezes você já disse essa frase? E por que você não consegue fazer o que quer? Uma das coisas que influenciam nossas atitudes diárias é o nosso sistema de crença. A crença é um sistema de pensamentos que forma a base que vemos e experimentamos na vida. Assim nossos pensamentos determinam como percebemos nosso mundo. Formam, então, as nossas fronteiras.
    Thomas Gordon dá em seu livro um exemplo bastante interessante para entendermos nossas crenças.

    Em fotografia, você deve saber que pode colocar filtros sobre as lentes da câmara para modificar aquilo que ela registra no filme. Existem filtros para tornar o céu mais escuro, para esmaecer o foco, dar um efeito cintilante às luzes e muito outros. Quando as lentes das câmaras estão com filtro, ela vê uma nova “realidade”. E você pode mudar a “realidade” que a câmera vê trocando o filtro.

    Nossas crenças trabalham da mesma maneira. São invisíveis e existem abaixo do nosso nível de consciência. Desta forma raramente são reconhecidos, examinados ou mesmo entendidos. Assim como o vidro de um aquário forma as fronteiras invisíveis do universo dos peixes. A maioria das pessoas poucas vezes examina as crenças que influenciam suas vidas e, por conseguinte, vivem no ambiente restrito do aquário.

    Nossas crenças definem, limitam e influenciam nosso comportamento. Elas formam o que pensamos e o que não dizemos. Nossas crenças influenciam nossa vida como o trilho influencia o comportamento do trem. A maioria das pessoas acredita que controlam suas vidas, mas este controle é tão limitado quanto o controle que o maquinista tem sobre o trem. Na realidade, a única influência que o maquinista tem é sobre a velocidade. Ele pode diminuir ou aumentar a sua velocidade. Da mesma forma que os trilhos determinam a direção do trem. Nossas crenças configuram a direção de nossas vidas.

    Além disso, caso suas crenças permaneçam as mesmas, seu futuro é perfeitamente previsível. Como o trem nos trilhos sempre seguindo a mesma rota para o mesmo destino, sem uma modificação de suas crenças seu futuro será simplesmente uma extensão de seu passado.

    Assim, ouse e mude.

    Comece por mudar pequenas coisas, como o caminho de volta para casa, a cor dos cabelos, a posição dos móveis. Aos poucos você vai se sentindo mais seguro e pronto
    para mudanças maiores.
    Afinal, além da barreira do desconhecido, pode haver uma linda paisagem a ser desfrutada. Ser autor da própria história, requer coragem e ação.

    O que você não merece, é deixar que a mesmice o cristalize como se fosse um fóssil ambulante e que você perca a chance de ser artífice do seu destino e de ser feliz.

    Ana Celina A. R. de Azevedo

    25 novembro, 2008

    O papel do professor na gestão escolar

    ttp://www.youtube.com/watch?v=jcUcMrQFMDQ

    Formação de Gestores

    Colegas, vai aí um vídeo muito bom para ser trabalhado na escola, com seu grupo.
    Além de bem feito e interessante, dá margem para troca de idéias, muita reflexão troca de idéias e aprendizagem. Vejam e deixem seus cometários ok??
    Um abraço, Ana Celina



    http://www.youtube.com/watch?v=mxU8vrlHPgM